Dzetta participa da Campanha “Menos Sal, Mais Saúde!”

20 de setembro de 2011

Campanha pela Redução do Consumo de Sal

A Dzetta está participando desta Campanha de âmbito nacional buscando alertar os consumidores brasileiros sobre as graves implicações na saúde decorrentes do excessivo consumo de sal.

A Campanha foi lançada por duas ONGs denominadas de Instituto Brasileiro de Orientação ao Consumidor (IBOC) e Universidade do Consumidor durante a realização do V Congresso Latino Americano e XI Congresso Brasileiro de Higienistas de Alimentos, em Salvador/BA, em abril deste ano.

Enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um consumo máximo de 5g diárias de sal, os brasileiros, por questões de hábitos alimentares e desconhecimento das conseqüências deste elevado consumo, ingerem em média, 12g de sal por dia.

As estatísticas indicam que cerca de 30% dos brasileiros sofrem de hipertensão e muitos desconhecem que são hipertensos; nestas circunstâncias, este hábito reveste-se ainda de maior gravidade.

A principal conseqüência para a saúde humana do excessivo consumo de sal é a hipertensão que agrava as doenças circulatórias e aumenta o risco de ocorrência de Acidente Vascular Cerebral, Derrame e Infarto.

Estudos desenvolvidos pela OMS indicam que, se a população mundial conseguisse reduzir o consumo de sal para, no máximo 5 g diárias, haveria uma redução de 17% nos AVC e 23% nos Infartos, o que significaria evitar anualmente a morte de mais de 4 milhões de pessoas no mundo.

Países como EUA, Canadá, Chile e México há muito tempo estão se mobilizando para orientar os consumidores sobre o assunto.

No Brasil discute-se este tema a alguns anos, no âmbito do Ministério da Saúde, MAPA e ANVISA, conjuntamente com as Sociedades Brasileiras de Cardiologia e de Hipertensão e também com diversas associações que representam o setor produtivo, como a ABIA, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes e a Associação Brasileira de Supermercados, dentre outras.

A Dzetta está divulgando a Campanha nas suas redes sociais e junto a seus parceiros institucionais de forma eletrônica e, através do envio de material impresso para Universidades do Estado do Rio de Janeiro e Conselhos de Classe.

A Campanha já foi aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e está aguardando a manifestação oficial do Ministério da Saúde que já sinalizou com a aprovação da mesma.

Se desejar participar da divulgação é só fazê-la na forma que estiver ao seu alcance e que julgar mais conveniente.

Para mais informações da Campanha acesse o site: www.iboc.org.br

 

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